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domingo, 13 de março de 2016

Vlog Evento De Moda

Criações - Brazilian Fashion in Belgium


Convite


Acontece em março um evento de moda brasileira na galeria Casa do Brasil, espaço da Embaixada do Brasil em Bruxelas, destinado a artistas, e você não pode deixar de conferir.

A exposição, que teve início no dia 10, conta com criações de 4 estilistas, escolhidos especialmente para o projeto. Com minha curadoria (Ana Laura Visentini), a data prevista para finalizar a exposição é 05 de abril. 


Setor Cultural da Embaixada do Brasil e equipe do evento


Então, se você estiver em viagem por aqui e quiser prestigiar um evento brasileiro, essa é a pedida!

Aproveite! 


Estilistas 


Anderson Luiz de SouzaCroquis em moldes. Porto Alegre RS. Professor da Feevale.

Fernando Miró. Trabalhos desenvolvidos para o 1º ano do curso de estilismo. Bruxelas Be. Estudante da La Cambre Mode.

Natália Ayres. Mostra de coleção para marca de moda contemporânea. Brasília DF. Designer da marca N.O.A.H.

Phillipe Haussman. Coleção de moda luxo. Luxemburgo. Designer da marca Phaussman.


Vlog da blogueira Leniliz Ornellas para o evento 






Bisous!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Abadia de La Cambre (La Cambre Abbey)




Já pensou em fazer um passeio em uma grande área verde, que mais parece um parque, no centro da cidade? E, junto ao passeio, visitar uma bela Igreja da Idade Média, ter aulas de Moda e Artes-Visuais, fazer piqueniques e observar como se faz uma cerveja belga?   


Isso tudo faz parte de um grande complexo, no coração de Ixelles (comuna de Bruxelas). É a  La Cambre! Com seus enormes e decorados jardins, a grande área verde mantém a antiga Igreja e a Brasserie de La Cambre (cervejaria), abrigando, também, uma famosa escola de Moda, procurada por muitos jovens que sonham em fazer um dos melhores cursos de estilismo da Europa, a La Cambre Mode.




História da Abadia




A abadia foi fundada por volta de 1196, por sua padroeira Gisèle, com o apoio da comunidade monástica da Abadia de Villers, (ordem Cisterciense). 




"Um senhor, Henrique I de Brabante, doou o Étang d'Ixelles (um moinho de água que compreende o lago de Ixelles), transformando o lugar em um mosteiro: Abbaye de la Chambre de Notre-Dame. A partir disso, a Abadia de La Cambre manteve-se sob a orientação espiritual de Villers, uma das comunidades Cistercienses mais importantes."




No local, Saint Boniface de Bruxelas (1182-1260), de Ixelles, cânone da Igreja de Sainte-Gudule (futura catedral de Bruxelas), que ensinou teologia na Universidade de Paris e foi feito bispo de Lausanne (1231), viveu dezoito anos na La Cambre e foi enterrado na igreja. 




Também, o santo místico Alix (com hanseníase, doença contagiosa conhecida como lepra e muito comum na época ) viveu na comunidade no mesmo período.




Durante as numerosas guerras dos séculos 16 e 17, grande parte da construção foi destruída. Entretanto, foi reconstruída no século 18.

Os jardins com terraços e árvores também foram restaurados no século 18, permanecendo até os dias de hoje.




É um belo passeio, caminhar pelos jardins da La Cambre, um emaranhado de verde bem no centro da Comuna de Ixelles.



Brasserie La Cambre - La bière




A cerveja, produzida artesanalmente no interior da Abadia, tem características alcoólicas ligeiramente moderadas (5,6 °), estando entre as mais leves cervejas belgas do tipo "Abadia".


É uma cerveja blonde, com aroma floral, com bastante lúpulo fresco. Sutilmente amarga, a espuma é fina e constante, e o baixo teor de açúcar faz com que ela seja uma ótima opção para matar a sede.



Do tipo "Abbey", ou "Abadia", a La Cambre é uma cerveja de fermentação alta, refermentada e envelhecida na própria garrafa.


História da Brasserie




Desde a sua criação, em 1201, a Abadia de La Cambre preza pela hospitalidade. Foi assim que surgiram as primeiras cervejas, quando a fundadora Dame Gisèle, passou a oferecer uma cerveja fabricada com água pura, da fonte de Maelbeek, aos peregrinos e viajantes que passavam por ali.

Com as guerras e com o passar dos anos, a produção estagnou. Foi nos anos 2000 que a Cerveja La Cambre ressurgiu, para a alegria dos ixelloises. 

Atualmente, a Abadia e os jardins situados no coração de Ixelles estão abertos ao público e seguem sendo o local de produção do líquido sagrado. Após um grande período de ausência, a cerveja finalmente encontrou o lugar que era seu.


La Cambre Arts Visueles/Mode - altos estudos em moda





A escola oferece muitas opções de cursos: artes, pintura, cerâmica, fotografia, arquitetura de interiores, comunicação gráfica, cinema, design...e estilismo.

A Bélgica tem tradição em escolas de Moda. Da escola de Beaux-Arts, em Antuérpia, saiu o Grupo dos Seis (The Antwerp Six). E as novas gerações de criadores não pararam por ai. 

Estacionamento da La Cambre

Muitos nomes surgiram no mundo da moda, e a La Cambre Mode é um dos centros artísticos por excelência. Vale tentar a seleção! 

Atualmente, um brasileiro faz parte do segundo ano do curso: Fernando Miró.

Abaixo, um pouco sobre o último desfile (2015), com criações dos alunos!




Localização: a Abadia de La Cambre está localizada na Comuna de Ixelles, entre os étangs de Ixelles e a Avenue Louise, uma das mais movimentadas de Bruxelas, e que liga a cidade a diversos pontos. 


Bisou!



*Imagens: acervo pessoal




terça-feira, 15 de dezembro de 2015

...A noite branca...La Nuit Blanch

  


Bailli-Châtelain: sofisticação e belgicismes


Mais um evento na cidade. Aliás, dezembro está repleto de coisas boas e deliciosas para fazer. E, dessa vez, a noite será comemorada no coração de Ixelles - Comuna de Bruxelas - o Châtelain, lugar mais bacaninha e point de muitos bons restaurantes, feirinhas e lojinhas de moda autoral.

Pegue a rua Bailli e perca-se por seus arredores. Serão 3 noites de intenso comércio, bares, restaurantes, ruas iluminadas, comidinhas, drinks e descontinhos nas lojas. Nessa região, as marcas são locais e muitas nasceram no bairro. A moda autoral faz parte da essência dos empresários. As lojas mais parecem pequenas salas de estar, aconchegantes, bem decoradas e com acessórios que você não encontra em qualquer lojinha. Há uma construção artesanal forte e muito sofisticada. 



Os bares e restaurantes do Châtelain oferecem um cardápio excêntrico e com frutos do mar à vontade. Massas e saladas também são comuns por ali, mas o grand finale fica por conta dos "inúmeros" cálices de vinho e espumante que são oferecidos, também, em todas as barracas do petit-marché.


A melhor vitrine


Alguns dos comerciantes estão participando de um concurso, mas quem ganha é você. A cada noite, haverá sorteio presenteando um vencedor. Basta votar no site e torcer!

Participantes: EurekaKidsUn Jour à PeyrassolParfum d'AmbreRibambelleHoponoChat'Soeurs Délices; La Quincaillerie 


Rue du Page e os melhores restaurantes


A rua é famosa por seus restaurantes. Um ao lado do outro, os ambientes refletem os gostos e hábitos dos belgas. Com um rico cardápio, são refinados e prestigiados pelos moradores locais. Vale fazer reserva. 

Restaurant CO2; Le Quincaillerie; Les Fils a Maman;  La Vallée du Kashmir; Le Fils de Jules; El Vasco; Râle-Bol; Lou; La Piola; Le Hasard des Choses.


O coração de Ixelles


Lembra quando eu descrevi a feirinha mais chique da cidade, seus bares e dicas do que vestir para a ocasião? Então, é lá mesmo, no Châtelain

Aliás, sigo frequentando, semanalmente, o local e agradeço muito a um amigo que nos recebeu e indicou o petit-marché. Essa foi a grande dica do ano, pois a região não é muito turística, é mais frequentada por belgas, moradores, e por alguns italianos também. 

Agora, você já sabe. Quando vier à Bruxelas, inclua ao seu roteiro "viver como um típico ixelloise".


Bisou! 


*Informações: 17, 18 e 19 de dezembro - das 18h às 21:30.  

*Confira a programação: La nuit Blanch


terça-feira, 20 de outubro de 2015

Selah Sue, a cantora da voz rouca


Em tempos de Stromae, música eletrônica e grandes produções, volto o olhar à pequena belga de olhos azuis, tímida, suave e com uma voz rouca que lembra "Janis"!


http://www.night-groove.net/


Quem é ela? É o que todos querem saber 


Não, Selah Sue não foi descoberta agora,ela já está na estrada artística há alguns aninhos, mas, no final de 2014, lançou seu segundo álbum e está em turnê pela Europa, levantando plateias por onde passa.


http://www.grazia.fr/


Aos 16 anos, a guria de Louvain, terra da Stella Artois, ganhou um concurso na cidade, onde era a única participante feminina a subir ao palco. Em suas primeiras aparições, Selah interpretava grandes sucessos, inspirada em músicas pop americana e inglesa, uma vez que a música belga não tem muito a ver com o seu estilo. 

Hoje, aos 26 anos, a cantora compõe, desliza seus dedos sobre uma guitarra acústica e interpreta sucessos em inglês. Transita por ritmos como ska, soul, folk e reggae, e seu tom de voz lembra muito as lendárias Amy Winehouse, Macy Gray, Janis Joplin e Joss Stone.




Como influência em suas composições, Selah fala em seu site de uma passagem em que viu a cantora Lauryn Hill tocar sozinha, apenas voz e violão, para a MTV. Isso a fez querer aprender a tocar o instrumento.


Reconhecimento e premiações


Desde que apareceu no cenário musical, Sanne Putseys ou Selah Sue (nome artístico), só ganhou posições. Participou de aberturas de shows de cantores famosos, como Prince e Jamie Lidell e fez duetos, interpretando sucessos com Mobi, Cee Lo Green, entre outros. 

Com apenas dois álbuns produzidos e um imenso reconhecimento através do youtube, a cantora carrega algumas importantes premiações. As vendas do primeiro álbum, em 2011, chegaram a um milhão de cópias vendidas, apenas na Europa, o que lhe deu o primeiro Disco de Platina. No mesmo período, Selah fez alguns trabalhos paralelos, com mixagens, recebendo o prêmio Constantin para jovens artistas. 

Em seu trabalho mais atual, "Reason", a cantora ressurge com novos sucessos e o single "Alone", maior sucesso do álbum.

A turnê, por aqui, segue intensa e, no dia 05 de dezembro, a belga estará em Bruxelas apresentado seu álbum! Os ingressos já estão à venda (35 €).





O estilo está no cabelo


É a melhor representação da mulher belga. Simples, minimalista e sem grandes produções. Ela se apresenta sempre do mesmo jeito, roupas normais, tons neutros, colar ou echarpe. O grand finale está na cabeleira!




Marca registrada se Selah, a cabeleira dourada toda trabalhada em um arranjo (acordei agora, levantei os fios e prendi), com um franjão para o lado, faz sucesso sempre. De longe se vê, lá vem ela! E vem cheia de estilo próprio.

Seria uma referência aos anos 50, à Bardot, à nova face de Adelle, ou uma homenagem à Amy? 

Certamente não! Apenas Selah, e bem atual!



Bisous!




*Vídeos: 
https://www.youtube.com/watch?v=mJtM7SRo6l8 
https://www.youtube.com/watch?v=oiqRFvUOUH0

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Fabienne Delvigne: a chapeleira da realeza belga


Fabienne

Não é apenas Kate Middleton e a realeza britânica que usam os famosos e desejados chapéus e fascinators! 

Aqui na Bélgica, a Rainha Mathilde está sempre "abafando" quando se trata de moda, classe e alta costura. E nada melhor do que ter uma Rainha e a Família Real como "garota-propaganda" da marca. 


Rainha Mathilde


Não há um evento sequer em que a Rainha apareça, ao menos em algum momento, sem um belo chapéu. Por isso, resolvi mostrar a vocês a marca que está por trás da monarquia belga, Fornecedora oficial da Realeza, a qual chama-se Fabienne Delvigne (FD), homônima à sua criadora. 


O chapéu delicadamente feito à mão, em sua oficina
Uma de suas criações


O cuidado com cada detalhe do acessório impressiona. São muitas criações, uma ampla cartela de cores e acabamentos impecáveis. Realmente, é uma arte, a arte de criar um objeto como se fosse uma verdadeira joia. E, financeiramente, até pode ser. Mas a coleção mais barata custa (a partir de) 150 euros. Já as mais caras podem ultrapassar o valor de 1.000 euros! A maioria dos acessórios são criados sob encomenda e para alguém, especificamente, por isso sabemos bem o valor agregado a cada nova peça. 




Sobre a marca lançada em 1987, em 1990 colaborou com algumas maisons de haute couture aqui em Bruxelas, como Giorgio Armani, Natan, Chanel e YSL, tornando-se conhecida em um seleto grupo de consumidores. Em 1995, Paola, a então Rainha, junto com a Rainha Sylvia, da Suécia, passaram a usar os acessórios da marca, que em 1999 finalmente foram consagrados por sua aparição em diversas "cabeças da realeza", no matrimônio do Príncipe Philippe com a Princesa Mathilde.

As coleções de Fabienne Delvigne são divididas em Collection Couture e Collection Trendy, sendo a última o que há de mais novo, ou melhor, é a tendência, a última moda em chapéus e fascinators, desenvolvida a cada troca de estação. E não são pensadas apenas para as cabeças femininas, chapéus masculinos também fazem parte das criações da estilista.




Não preciso nem falar o quanto essa marca é amada e desejada pelas belgas. Ter um chapéu, uma bijou ou um acessório de FD é vestir alta costura. E é a marca belga que melhor representa a sofisticada sociedade de Bruxelas. 

               FD - The Great Gatsby Collection




No Brasil, temos pouco hábito de usar chapéus como enfeites. Geralmente eles aparecem nas praias e em modelos e materiais bem diferentes do que costumamos ver por aqui, ou, quando aparecem mais modernos (em cerimônias sociais, casamentos, batizados), são pouco usados. Entretanto, deveríamos. Além de charmosos e sofisticados, alguns modelos protegem do sol e do calor, coisa que para nós, brasileiras e habitantes de um país tropical e "caloroso" é super importante.

Endereço do Atelier: Rue Fauchille 8, 1150, Brussels, Belgium.


Bisous!



*Imagens:  http://m.lalibre.be/ http://www.unica.ro/  http://www.hln.be/ http://www.rtbf.be/ 

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

O mar do Norte dos belgas: Oostende


Que a Bélgica não tem um clima muito propício à praia, a gente já sabe, ainda mais para os padrões brasileiros, em que as temperaturas elevadas do verão ultrapassam facilmente a casa dos 35º. 

Ok, tudo bem. Mesmo assim, existe um amplo litoral na costa do país, onde os belgas aproveitam para investir em imóveis de veraneio, passear, tirar o pé do acelerador (como fazemos) e curtir os finais de semana de temperaturas "agradáveis".

Da minha chegada ao país até agora, conheci alguns belgas e um pouquinho da cultura e hábitos deles que indicam conhecer a praia de Oostende, próximo a Bruges ao norte. Da capital, viajando de trem, o trajeto dura um pouco mais de 1h e nos finais de semana é possível pagar o valor de apenas uma passagem, voltando no mesmo dia (17,60 euros).

Vou confessar: protelei praticamente o verão todo daqui. Pensava em conhecer Oostende, mas alguns relatos de "não belgas" sempre me faziam repensar a expectativa de uma brasileira, louca por praia e sol, de ir à uma praia, em um lugar frio, ventoso e com a água gelada! Enfim, só não "mordi a língua" porque não conhecia o litoral da Bélgica e apenas escutava os relatos negativos.




Mar azul, areia fofa e um pôr do sol dourado


Por sorte tive uma surpresa inesperada. A primeira coisa boa de lá é que, em vez de lindas pedras, pedrinhas e pedrões(como é grande parte do litoral europeu, lindo de morrer mas quase inacessível aos nossos pezinhos), encontrei uma grande faixa de areia "fofa", uma esfoliação "natural" para nós mulheres. A água é apenas um "pouco" mais fria que o mar do litoral gaúcho, sem ondas, praticamente uma piscina, convida ao banho. E para a minha sorte, o fim de semana foi sem vento e com temperaturas na faixa dos 28º, o que para nós pode parecer pouco quente ainda, mas, por aqui, é um dia de alto calor e suor!

Gostei muito! Acho que vale o passeio! O visual é bonito, mar azulzinho, areia amarelinha e muita gente na praia (praticamente uma Copacabana no verão, hehehe). 

O pôr do sol é encantador. O sol se põe no mar, então, quanto mais as horas passam, mais sol tem na faixa de areia. E o reflexo dourado do rei sol no mar indo embora é realmente belo. 



Algumas curiosidades


Uma curiosidade bem interessante e que eu nunca vi em outro lugar: às 18h30, os salva-vidas passam em seus botes, no mar, com apitos sinalizando e pedindo aos banhistas que voltem para a areia. É que eles estão encerrando o expediente, por isso não é mais permitido o banho no local. Achei estranho, mas perguntei a um salva-vidas e ele mesmo respondeu isso. Bom, um pouco estranho, não é? Mas também um motivo de segurança aos banhistas. Claro, assim como em qualquer lugar, alguns permaneceram na água, mas a maioria foi saindo aos poucos da praia e tomando as ruas que já estavam lotadas. 

Além do mais, duchas e "vestiários" estão disponíveis na areia. Mas se você espera encontrar cadeiras e guarda-sóis para alugar, esqueça. Eles não usam, estendem suas toalhas e se atiram ali mesmo. Alguns usam uma "meia" barraca, que abriga apenas a cabeça ou uma pequena criança. 

E filtro solar é artigo de luxo por essas areias, os belgas adoram o pouco sol que têm, tiram a roupa, muitos nem se preocupam com a sunga, vão de cueca mesmo e erguem seus rostos para o sol, como em um momento de êxtase. Bonito de ver!


Evento de moda na saída da praia: mode in Oostende


E como é bom sair da areia e, sem prever, ir ao encontro de um evento de moda. Dei sorte mesmo! Sábado é um dia clássico, as pessoas estão mais à vontade, alegres e cheias de ideias para compartilhar.

A multimarcas Ferm Clothing estava a "todo vapor", com coquetel e um desfile lindo e cheio de criatividade. Muitos clientes por ali circulavam, uma tenda foi montada na calçada, onde as modelos e os maquiadores faziam o make up em frente ao público. Drinks, fotógrafo e Dj deram vida ao cenário simples, montado em frente à loja que seguia suas vendas normalmente. 

A pequena passarela foi montada com apenas três caixotes em madeira, como aqueles que encontramos nas feiras de verduras! Um luxo, sóbrio, sustentável e com um grande efeito!

Aliás, quando se trata de moda, os belgas são muito austeros!

Bisous!




*Imagens: Ana Laura Visentini